Em fevereiro, o Cineteatro Louletano reforça a missão enquanto espaço de criação, fruição e encontro entre artistas e públicos. O mês abre a 1 de fevereiro, às 17h, com Rodrigo Leão – O Rapaz da Montanha, concerto no Cineteatro Louletano onde o compositor revisita o seu mais recente trabalho, afirmando uma linguagem musical íntima e cinematográfica que marca o seu percurso nas últimas décadas. O concerto está integrado nas comemorações do Dia da Cidade de Loulé.

No dia 4 de fevereiro, às 10h30 e às 14h30, em sessões exclusivas para escolas, é apresentada a coprodução «A Epopeia de Gilgamesh», pela companhia Questão Repetida. Um espetáculo multidisciplinar que cruza teatro físico, música e narrativa, com recurso a Língua Gestual Portuguesa, proporcionando uma experiência acessível e inclusiva.

A 7 de fevereiro, às 17h, a música contemporânea chega ao Auditório do Solar da Música Nova com Concerto no Património, pelo Síntese – Grupo de Música Contemporânea, de entrada gratuita. Nesse mesmo dia, às 21h, o teatro sobe ao palco do Cineteatro Louletano com «Veneno». A peça, criada pelo Teatro Nacional 21, é protagonizada pelo ator Albano Jerónimo e foi construída a partir de relatos reais de violência doméstica. Está integrada no Programa de Formação Avançada em Artes Performativas _ interpretação e criação _ Teatro & Dança _ «encontros do DeVIR», organizado pela DeVIR/CAPa, com o apoio dos Municípios de Faro, Loulé e Lagos.

O cinema marca presença no dia 10 de fevereiro, às 21h, com a exibição de «Comme un fils», de Nicolas Boukhrief, integrada no ciclo de cinema do Auditório do Solar da Música Nova. A 13 de fevereiro, às 21h, o Cineteatro Louletano acolhe «Tahiti!», de Jorge Balça, uma double bill operática que cruza «Trouble in Tahiti», de Leonard Bernstein, com «Pacific Pleasures», numa produção que combina ópera, teatro físico e marionetas, inspirada no universo de Paula Rego. Trata-se de uma coprodução do Cineteatro Louletano.

No dia 20 de fevereiro, às 21h, a música portuguesa contemporânea regressa com Cara de Espelho, que apresentam ao vivo o novo álbum «B», após um percurso amplamente reconhecido pela crítica e pelos prémios nacionais. A programação inclui ainda os Concertos Crescendo, no dia 21 de fevereiro, às 11h30, e a leitura dramática Ler para Ver – Sermão de Santo António aos Peixes, no Bar do Cineteatro Louletano, no dia 21 de fevereiro, às 16h.

O teatro ocupa um lugar central nos dias 22 de fevereiro, às 17h, e 23 de fevereiro, às 10h30 (sessão para escolas), com «Uma Brancura Luminosa», de Jon Fosse, com Ricardo Pereira e Sandra Barata Belo. O espetáculo mergulha num universo existencial e poético, e conta com o recurso de audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com baixa visão.

Seguem-se, nos dias 25 de fevereiro, às 10h30 (escolas), e 26 de fevereiro, às 10h30 (escolas) e às 21h00 (público em geral), as sessões de «Se os Peixes Falassem», pela CO.N125 – Companhia Nacional 125 em coprodução com o Cineteatro Louletano. Um projeto artístico que articula criação, mediação e trabalho com escolas, baseado na obra «Sermão de Santo António aos Peixes», de Padre António Vieira.

A fechar o mês, o projeto «O Povo da Montanha | Projeto Paralelo», pelo Leirena Teatro, convida a comunidade a participar numa oficina performativa nos dias 27 de fevereiro, das 18h às 21h, e 28 de fevereiro, das 10h às 13h, no Palácio Gama Lobo, integrando um processo artístico coletivo que antecede a estreia do espetáculo «O Povo da Montanha», uma coprodução que sobe ao palco do Cineteatro Louletano a 1 de março.