Já são conhecidos os primeiros artistas que integram o alinhamento musical da edição de 2026 do Festival MED, a decorrer na Zona Histórica de Loulé, entre os dias 25 e 28 de junho. Goran Bregovic (Bósnia e Herzegovina), Sean Kuti & The Egypt 80 (Nigéria/França), Salif Keita (Mali), Tiken Jah Fakoli (Ilha da Reunião) e o português Sérgio Godinho fazem parte de um conjunto de 15 nomes anunciados, no dia 26 de fevereiro, durante a apresentação do evento, que decorreu no stand do Município de Loulé na BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market.
O contingente internacional de artistas é extenso e recupera o foco na música de várias latitudes e diferentes universos. Esta será mesmo a edição mais internacional de sempre, com 30 países representados, como realçou o diretor e programador do MED, Paulo Silva. Além dos nomes já referidos, também marcam presença artistas como Los Van Van (Cuba), Calle Mambo (Chile), Arooj Aftab (Paquistão), Natacha Atlas (Egito/Bélgica), Bohemian Betyars (Hungria) e Tangomotan (França).
No enquadramento da proximidade musical e da lusofonia, o festival confirma Bonga (Angola), Lura (Cabo Verde), Expresso Transatlântico (Portugal), - três regressos muito aguardados ao MED -, e Fidju Kitxora (Portugal/Cabo Verde). A edição do presente ano tem ainda a honra de receber, pela primeira vez, Sérgio Godinho.
2026 traz muitas novidades ao Festival MED, com o objetivo de criar novas e melhores experiências ao público: a ampliação do recinto, um novo espaço (MED Lounge), a integração plena do Mercado Municipal de Loulé como parte do festival e com uma programação continuada no espaço, um novo sistema de bilhética, o aumento da área de gastronomia/streetfood e diversidade de propostas, a criação de novos espaços de atuação de artistas de rua. Serão também implementados novos horários do festival e criada uma nova entrada no recinto, junto ao Largo de S. Francisco, para além das duas existentes (entre o Mercado Municipal e a Câmara Municipal / na rua de acesso ao Castelo de Loulé, junto ao Café Calcinha), garantindo maior comodidade para o visitante.
A organização vai ainda introduzir o conceito CIDADE MED, com decoração pela cidade e várias iniciativas a acontecer até ao festival, o que ajudará a promover o evento e a dinamizar a economia local. Ao nível de conteúdos, será criado um novo Ciclo de Conferências MED, que convida personalidades ligadas ao mundo artístico e não só. “O MED é certamente uma das maiores referências culturais em Portugal, em especial da região do Algarve. O Município de Loulé orgulha-se de acolher um evento tão rico e compromete-se com o crescimento qualitativo do festival. Nesse sentido, iremos introduzir algumas novidades que visam precisamente melhorar a oferta cultural e consolidar o crescimento do evento”, assume o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto. Já o diretor e programador do MED, Paulo Silva, releva o regresso do festival ao seu ADN: “Em 2026, o foco centra-se na música e este será um ano em que iremos reposicionar o MED como um festival de World Music. O convite aos artistas foi feito com o intuito de termos um cartaz que cumpra na íntegra o seu ecletismo e heterogeneidade”.
O Festival MED convida o público a viajar pelo mundo através de uma programação diversificada, destacando a pluralidade de géneros musicais, mensagens e atuações ao vivo. Com mais de 50 concertos, centenas de artistas em representação de 30 países, 5 palcos principais (Matriz, Cerca, Chafariz, Castelo e Hammam), o MED decorre de 25 a 27 de junho, garantindo ainda um dia de acesso gratuito (28 junho). Em breve todas as informações estarão disponíveis em https://festivalmed.cm-loule.pt/. Os bilhetes estarão à venda a partir de 2 de março (a partir das 18h), em BOL.pt ou no site festival.
Foto: Daniel Pina
