O Auditório David Assoreira da CCDR Algarve, em Faro, acolheu, no dia 2 de março, uma Reunião Extraordinária do Conselho Regional que contou com a presença do Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, do Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, Hélder Reis, e do Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado. O primeiro ponto da ordem de trabalhos foi a tomada de posse dos Vice-Presidentes da CCDR Algarve, I.P., tendo sido eleitos os Vice-Presidentes Jorge Manuel do Nascimento Botelho e Cristiano José da Ponte Cabrita e designados pelo Governo os Vice-Presidentes Maria Alexandra Patrocínio Rodrigues Gonçalves, para a área da educação; Patrícia Maria Nunes Rego, para a área da saúde; Teresa Alexandra Viegas Correia, para a área do ambiente; Bruno Miguel Martins Inácio, para a área da cultura; e Fernando Manuel Neto Severino, para a área da agricultura e pescas.

No início da sessão, José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, deixou um agradecimento aos anteriores vice-presidentes que cessaram funções, António José Pacheco, Elsa Cordeiro e Pedro Valadas Monteiro, assim como a todos os dirigentes intermédios e aos 250 colaboradores deste instituto público. “Ninguém faz nada sozinho e é com sentido de serviço público, partilha e envolvimento de todos que conseguimos cumprir aquela que é a nossa tarefa. Depois, uma palavra a todos os empossados: bem-vindos a bordo, «mares sãos e ventos de feição», como se diz na Marinha. Nós estamos a fazer governança multinível, aplicação e implementação das políticas públicas no território, e o objetivo é aumentar o peso económico do Algarve no plano nacional”, referiu José Apolinário, recordando que, na conceção inicial do Algarve 2020, o objetivo era chegar-se aos 5 por cento do PIB. “O confronto com a pandemia não nos permitiu lá chegar e, nos dados de 2024, representávamos 4,94 por cento. Portanto, o primeiro objetivo é termos uma região com maior peso económico no plano nacional. A segunda razão por que estamos aqui é, com a correta utilização dos fundos públicos e dos programas geridos, do ponto de vista regional, contribuir para o aumento das qualificações. Estamos com um nível de formação superior, entre os 30 e os 34 anos, nos 33 por cento, quando a média nacional está acima dos 40 por cento. Até 2029, o nosso objetivo é aproximarmo-nos dos 40 por cento e, para isso, desenvolvemos com a Universidade do Algarve um plano de investimentos, articulados com os municípios, um conjunto de investimentos que tem que ser reforçado para alcançarmos as metas a que nos propomos”, frisou José Apolinário.

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Texto: Daniel Pina | Fotografia: Daniel Pina

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