Abrem hoje as candidaturas à 11.ª edição do Prémio Solidário, uma iniciativa conjunta do Banco BPI e da Fundação «la Caixa» que este ano volta a contar com uma dotação de 1,1 milhões de euros para apoiar projetos dirigidos a pessoas que vivem em contextos sociais de maior vulnerabilidade. O objetivo é fomentar o desenvolvimento integral e a inclusão social, com especial intenção de apoiar a inserção laboral e comunitária e a vida autónoma. As candidaturas estão abertas até 9 de abril, as instituições interessadas podem obter todas as informações nos sites do BPI e da Fundação «la Caixa» e os premiados serão conhecidos durante o mês de setembro.
Em 2025, o Prémio Solidário premiou 24 projetos sociais de instituições privadas sem fins lucrativos, com um valor global de 1 milhão, 50 mil e 270 euros, para apoiar, no total, mais de 4 mil pessoas em situação de vulnerabilidade extrema. Entre os projetos já em desenvolvimento encontram-se iniciativas de inclusão de migrantes e refugiados, de apoio a novas mães, ações de reintegração sociolaboral de pessoas em situação de sem-abrigo ou de prostituição, apoio a ex-reclusos, programas de capacitação de mulheres vítimas de violência doméstica, jovens inativos ou mulheres ciganas.
Desde o seu lançamento, em 2016, o Prémio Solidário já premiou 232 projetos no valor de cerca de 8,6 milhões de euros, beneficiando mais de 45 mil pessoas em situação de vulnerabilidade. Para apoiar as entidades no processo de candidatura, o BPI e a Fundação «la Caixa» irão realizar uma sessão de esclarecimento (online) no dia 12 de março.
Os Prémios BPI Fundação «la Caixa» 2026 – Infância, Solidário, Seniores e Capacitar – mantêm a dotação anual de 5 milhões de euros para apoiar financeiramente projetos de instituições privadas sem fins lucrativos que promovam a melhoria da qualidade de vida e a igualdade de oportunidades de pessoas em situação de vulnerabilidade. Em 2025, os quatro prémios – Infância, Solidário, Seniores e Capacitar – apoiaram 120 projetos, beneficiando mais de 41 mil pessoas.
A seleção das candidaturas vencedoras é realizada em três fases: avaliação técnica e objetiva dos projetos e das linhas prioritárias estabelecidas; exame complementar por um grupo de avaliadores voluntários do BPI, que reúne com todas as entidades apuradas para a segunda fase; seleção dos projetos vencedores por um júri presidido pelo sociólogo António Barreto e constituído por António Seruca Salgado, Carlos Farinha Rodrigues, José Pena do Amaral, Marc Simón e Rafael Chueca.
