Ao longo de mais de uma década, o Festival F afirmou-se como uma celebração da música portuguesa e da criação artística nacional. Em 2026, mantém-se fiel a essa identidade, apresentando um cartaz que acompanha a evolução natural da música e dos seus cruzamentos culturais.
Da pop ao hip hop, da eletrónica ao rock, do fado ao jazz, diferentes estilos convivem num programa que espelha a riqueza da criação musical contemporânea. Slow J, Carminho e Orquestra do Algarve, Bárbara Tinoco, Wet Bed Gang, Tz da Coronel, Papillon, HMB, Clã, Moonspell, Branko, D.A.M.A, Nelson Freitas, The Gift, Chico da Tina, ÁTOA, Ricardo Ribeiro com a Orquestra de Jazz do Algarve, Maninho, Mind da Gap e Danni Gato são alguns dos nomes que compõem um cartaz que atravessa diferentes gerações, estilos e sensibilidades musicais.
Ao lado dos artistas mais consagrados, o Festival F continua a afirmar-se como uma plataforma de descoberta, reunindo projetos em diferentes momentos do seu percurso artístico. Entre novas vozes, carreiras em afirmação e nomes já incontornáveis da música portuguesa, PAUS, Irina Barros, Bizarra Locomotiva, Aragão, Camaleão Azul, Peculiar, TRAVO, Joana Almeirante, Diana Vilarinho, Afonso Rodrigues, Jasmim, Elisa, Rafael Toral, Rita Cortezão, Peixe e Ana Tereza distribuem-se pelos vários palcos da cidade, enriquecendo uma programação que espelha toda a diversidade do Festival F.
A presença de artistas brasileiros, entre os quais Tz da Coronel, volta a reforçar a histórica ligação entre Portugal e o Brasil. O cartaz integra ainda Nelson Freitas, um dos maiores nomes da música cabo-verdiana contemporânea, consolidando o diálogo do Festival F com diferentes geografias do espaço lusófono. A esta diversidade junta-se uma forte representação regional, com cerca de 30 por cento do cartaz composto por artistas algarvios, uma presença que não resulta de uma lógica de quota, mas do mérito, da qualidade e da vitalidade da criação musical que nasce na região.

Da pop ao hip hop, da eletrónica ao rock, do fado ao jazz, diferentes estilos convivem num programa que espelha a riqueza da criação musical contemporânea. Slow J, Carminho e Orquestra do Algarve, Bárbara Tinoco, Wet Bed Gang, Tz da Coronel, Papillon, HMB, Clã, Moonspell, Branko, D.A.M.A, Nelson Freitas, The Gift, Chico da Tina, ÁTOA, Ricardo Ribeiro com a Orquestra de Jazz do Algarve, Maninho, Mind da Gap e Danni Gato são alguns dos nomes que compõem um cartaz que atravessa diferentes gerações, estilos e sensibilidades musicais.
Ao lado dos artistas mais consagrados, o Festival F continua a afirmar-se como uma plataforma de descoberta, reunindo projetos em diferentes momentos do seu percurso artístico. Entre novas vozes, carreiras em afirmação e nomes já incontornáveis da música portuguesa, PAUS, Irina Barros, Bizarra Locomotiva, Aragão, Camaleão Azul, Peculiar, TRAVO, Joana Almeirante, Diana Vilarinho, Afonso Rodrigues, Jasmim, Elisa, Rafael Toral, Rita Cortezão, Peixe e Ana Tereza distribuem-se pelos vários palcos da cidade, enriquecendo uma programação que espelha toda a diversidade do Festival F.
A presença de artistas brasileiros, entre os quais Tz da Coronel, volta a reforçar a histórica ligação entre Portugal e o Brasil. O cartaz integra ainda Nelson Freitas, um dos maiores nomes da música cabo-verdiana contemporânea, consolidando o diálogo do Festival F com diferentes geografias do espaço lusófono. A esta diversidade junta-se uma forte representação regional, com cerca de 30 por cento do cartaz composto por artistas algarvios, uma presença que não resulta de uma lógica de quota, mas do mérito, da qualidade e da vitalidade da criação musical que nasce na região.

A edição de 2026 marca ainda o regresso do Palco Fábrica, reforçando os espaços dedicados à descoberta de novos projetos. O Palco Castelo assume uma nova configuração e passa a receber a Silent Party, enquanto o antigo Palco Magistério deixa de integrar o circuito de concertos.
Ao longo das suas onze edições, o Festival F expandiu-se de 5 mil para 38 mil e 500 metros quadrados, acolheu 560 concertos e recebeu mais de 350 mil visitantes. Um percurso que acompanha o crescimento do próprio festival e consolida Faro como um dos mais relevantes destinos culturais do país.
Durante três dias, o Festival F convida então o público a descobrir Faro para lá dos palcos. Entre ruas históricas, praças, muralhas e edifícios emblemáticos da Vila Adentro, a cidade transforma-se num palco vivo, onde a música se cruza com o património e a proximidade entre artistas e público cria uma experiência verdadeiramente única. A Ria Formosa, que abraça toda a cidade, uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal e um dos mais importantes santuários de biodiversidade da Europa, completa um convite para viver Faro em toda a sua riqueza cultural, histórica e natural.
Organizado pela Câmara Municipal de Faro, Ambifaro e Teatro das Figuras, o Festival F continua a crescer e a reforçar a sua missão: valorizar a criação artística, apoiar novos talentos e contribuir para o desenvolvimento cultural e social da cidade de Faro, do Algarve e do país. Ao longo do evento, o público poderá percorrer os diferentes espaços do recinto, distribuídos por toda a Vila Adentro: Palco (Ria), Palco Sé, Palco Quintalão, Palco Fábrica, Palco Museu, Palco Músicos, Palco Arco e Silent Party (Castelo).
A programação já anunciada pode ser consultada em www.festivalf.pt. Os bilhetes para a 11.ª edição do Festival F ficam disponíveis a partir de hoje. Nesta edição, o Passe Geral apresenta um preço mais acessível face ao ano anterior, reforçando a aposta da organização em incentivar o público a viver a experiência completa do festival ao longo dos três dias.
Ao longo das suas onze edições, o Festival F expandiu-se de 5 mil para 38 mil e 500 metros quadrados, acolheu 560 concertos e recebeu mais de 350 mil visitantes. Um percurso que acompanha o crescimento do próprio festival e consolida Faro como um dos mais relevantes destinos culturais do país.
Durante três dias, o Festival F convida então o público a descobrir Faro para lá dos palcos. Entre ruas históricas, praças, muralhas e edifícios emblemáticos da Vila Adentro, a cidade transforma-se num palco vivo, onde a música se cruza com o património e a proximidade entre artistas e público cria uma experiência verdadeiramente única. A Ria Formosa, que abraça toda a cidade, uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal e um dos mais importantes santuários de biodiversidade da Europa, completa um convite para viver Faro em toda a sua riqueza cultural, histórica e natural.
Organizado pela Câmara Municipal de Faro, Ambifaro e Teatro das Figuras, o Festival F continua a crescer e a reforçar a sua missão: valorizar a criação artística, apoiar novos talentos e contribuir para o desenvolvimento cultural e social da cidade de Faro, do Algarve e do país. Ao longo do evento, o público poderá percorrer os diferentes espaços do recinto, distribuídos por toda a Vila Adentro: Palco (Ria), Palco Sé, Palco Quintalão, Palco Fábrica, Palco Museu, Palco Músicos, Palco Arco e Silent Party (Castelo).
A programação já anunciada pode ser consultada em www.festivalf.pt. Os bilhetes para a 11.ª edição do Festival F ficam disponíveis a partir de hoje. Nesta edição, o Passe Geral apresenta um preço mais acessível face ao ano anterior, reforçando a aposta da organização em incentivar o público a viver a experiência completa do festival ao longo dos três dias.
