O programa municipal de sensibilização «A Escola e os Riscos... Preparar para Proteger!» terminou a sua 11.ª edição, no dia 22 de junho, com o encerramento das atividades referentes ao ano letivo 2025/2026. Operacionalizado pelo Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) de Portimão, o programa arrancou em outubro de 2025 com as habituais reuniões de coordenação em que participaram as direções dos agrupamentos de ensino público e dos estabelecimentos de ensino privado do concelho de Portimão.

Nos vários meses que se seguiram, «A Escola e os Riscos... Preparar para Proteger!» mobilizou cerca de 9 mil e 500 alunos, docentes e não docentes em mais de 300 ações de sensibilização e prevenção, o que representa mais uma edição com balanço positivo. Com o encerramento deste ano letivo a 30 de junho, o Programa Municipal implementado em 2014, nas 11 edições já decorridas, ultrapassou os 110 mil participantes, número que representa a valorização que este programa mantém no concelho e, em especial, dentro da comunidade escolar, desde o Ensino Pré-Escolar ao Secundário. Nesta edição, o programa manteve o seu plano de alargamento às diversas áreas relacionadas com a proteção e segurança em caso de catástrofes e acidentes graves, mas também as referentes ao Suporte Básico de Vida e à resposta a situações críticas, sempre com o objetivo de preparar a comunidade escolar para atuar em situações de risco e emergência.

A edição 2025/2026 do Programa Municipal distinguiu-se pela realização de mais ações turma-a-turma. No total, foram contabilizadas 342 ações, um aumento de mais de uma centena de sessões, quando comparadas com as 233 realizadas no ano letivo 2024/2025. Este incremento permitiu distribuir os alunos de forma mais adequada, criando núcleos com um menor número de participantes por ação, o que reduziu a dispersão e aumentou a interação e a recetividade dos alunos às matérias expostas, potenciando a atenção nas temáticas apresentadas.

Assume ainda relevância, este ano, a aposta na introdução do Suporte Básico de Vida no Ensino Básico, ação que acompanhará os estudantes ao longo de todo o percurso escolar até ao final do secundário. Esta medida facilita a compreensão de um tema de extrema importância, pois será recorrente e adaptado aos diferentes níveis etários.

Neste contexto, e com foco nos mais novos, destaca-se ainda a utilização de um jogo didático de perguntas e respostas, que facilita a introdução dos temas abrangentes da proteção e socorro. Esta é, igualmente, uma ação que acompanhará os alunos ao longo de todo o percurso escolar, e que se centra em temas como a utilização do 112, os riscos naturais e tecnológicos, as matérias perigosas, a defesa da floresta contra incêndios, os riscos rodoferroviários, sismos e tsunamis, bem como a importância da preparação dos kits de emergência em contexto familiar.

O balanço final deste ano letivo, que terminou em junho, refere a realização de 342 ações de sensibilização, que abrangeram cerca de 9 mil e 500 participantes, dos quais cerca de 9 mil eram alunos e 500 eram docentes e não docentes. Todas as sessões de sensibilização e visitas de estudo propostas e solicitadas foram realizadas, tendo sido possível respeitar o período de preparação e realização de exames nacionais. E estas são de extrema importância, porque, para além de chegarem aos mais jovens, permitem ainda aproveitar e incentivar a partilha dos temas apresentados com os seus familiares, o que os transforma em verdadeiros «agentes de proteção civil», tornando o Programa Municipal muito mais abrangente, pois ultrapassa as «fronteiras físicas» da escola.

No próximo ano letivo de 2026/2027, o Programa Municipal de Sensibilização «A Escola e os Riscos… Preparar para Proteger!» continuará a evoluir e a desenvolver um conjunto de ações dinâmicas com o objetivo de capacitar alunos, docentes e não docentes, para agirem em situações de emergência. Também a formação certificada para operacionais de DAE e outras formação e ações sensibilização junto da população vão continuar, fortalecendo a comunidade, mantendo-a ativa e atenta para a eventual ocorrência de emergências, visando a construção de um concelho cada vez mais preparado.