A quarta edição marca uma nova etapa na história do festival. Pela primeira vez, o FÉRTIL muda-se para o Parque Ribeirinho Poente, junto à Ria Formosa, encontrando neste novo espaço uma oportunidade para crescer, experimentar novas formas de programação e reforçar a ligação ao território. Esta edição conta com o apoio da CCDR Algarve, através do Programa de Apoio a Iniciativas Culturais Regionais de Caráter Não Profissional, e do Turismo do Algarve, que, à semelhança do ano transato, apoia a comunicação do evento através da sua extensa rede de promoção e divulgação do território.
O festival conta ainda com o apoio da Necton, dos Viveiros Monte Rosa e da KODIS, empresas cujos projectos e valores estão alinhados com as temáticas e os princípios que o FÉRTIL procura promover. A Algarve Evolution, associação dedicada à promoção da inovação e do desenvolvimento no Algarve, junta-se também como parceira financeira, contribuindo simultaneamente para reforçar e dar maior expressão ao eixo da Inovação na programação deste ano. A estes parceiros junta-se uma rede crescente de entidades, projectos e pessoas que acreditam na importância de criar espaços de encontro, conhecimento e transformação no território algarvio.
A música continua a ser uma das grandes formas de encontro no FÉRTIL. No dia 3 de outubro sobem ao palco os Sensible Soccers, enquanto no dia 4 de outubro será a vez de Rossana apresentar o seu trabalho. A programação musical conta ainda com DJ sets de Pedro Ramos, que também se associa ao festival através da Rádio Futura, e de Joana de Verona, aka Makumbeat, trazendo diferentes ritmos e ambientes para acompanhar o final das tardes e as noites do FÉRTIL.
Nos espaços dedicados a Ambiente, Comunidade e Inovação, o festival propõe uma programação para quem quer questionar, aprender, partilhar conhecimento e participar ativamente. Entre os temas em destaque estão as Aldeias do Futuro, a ideia de que a Educação é a Primeira Infraestrutura da Sustentabilidade, a Economia Circular, a Alimentação Consciente, o planeamento e gestão de uma agrofloresta e o movimento Solar Punk. Conversas, palestras, workshops e actividades participativas juntam diferentes perspectivas e conhecimentos, aproximando especialistas, projectos, organizações e comunidades num ambiente aberto e acessível.
Também as famílias têm um espaço próprio no FÉRTIL. A Associação Rotinas Selvagens será responsável pela dinamização da área dedicada às crianças e famílias, com atividades e momentos de entretenimento ao longo da tarde. A proposta é simples: criar espaço para brincar, explorar, experimentar e estar em conjunto, envolvendo diferentes gerações na experiência do festival. Este ano, a Healing Area será dinamizada pela Positive Hands, ocupando duas casas de madeira especialmente preparadas para acolher um conjunto de experiências dedicadas ao bem-estar e ao autocuidado. O público poderá descobrir diferentes propostas, entre massagens, terapias, consultas de tarot e outras práticas, num espaço pensado para abrandar, cuidar e recarregar energias ao longo do festival.
A criatividade volta também a ocupar um lugar central no FÉRTIL através do Artists & Fleas, que reúne projectos e criadores num mercado dedicado à produção independente, ao design, à arte e ao empreendedorismo criativo. Na área da alimentação, o festival recebe food trucks e restaurantes com propostas diversificadas, procurando privilegiar uma abordagem mais consciente e sustentável à comida e ao consumo.
A música continua a ser uma das grandes formas de encontro no FÉRTIL. No dia 3 de outubro sobem ao palco os Sensible Soccers, enquanto no dia 4 de outubro será a vez de Rossana apresentar o seu trabalho. A programação musical conta ainda com DJ sets de Pedro Ramos, que também se associa ao festival através da Rádio Futura, e de Joana de Verona, aka Makumbeat, trazendo diferentes ritmos e ambientes para acompanhar o final das tardes e as noites do FÉRTIL.
Nos espaços dedicados a Ambiente, Comunidade e Inovação, o festival propõe uma programação para quem quer questionar, aprender, partilhar conhecimento e participar ativamente. Entre os temas em destaque estão as Aldeias do Futuro, a ideia de que a Educação é a Primeira Infraestrutura da Sustentabilidade, a Economia Circular, a Alimentação Consciente, o planeamento e gestão de uma agrofloresta e o movimento Solar Punk. Conversas, palestras, workshops e actividades participativas juntam diferentes perspectivas e conhecimentos, aproximando especialistas, projectos, organizações e comunidades num ambiente aberto e acessível.
Também as famílias têm um espaço próprio no FÉRTIL. A Associação Rotinas Selvagens será responsável pela dinamização da área dedicada às crianças e famílias, com atividades e momentos de entretenimento ao longo da tarde. A proposta é simples: criar espaço para brincar, explorar, experimentar e estar em conjunto, envolvendo diferentes gerações na experiência do festival. Este ano, a Healing Area será dinamizada pela Positive Hands, ocupando duas casas de madeira especialmente preparadas para acolher um conjunto de experiências dedicadas ao bem-estar e ao autocuidado. O público poderá descobrir diferentes propostas, entre massagens, terapias, consultas de tarot e outras práticas, num espaço pensado para abrandar, cuidar e recarregar energias ao longo do festival.
A criatividade volta também a ocupar um lugar central no FÉRTIL através do Artists & Fleas, que reúne projectos e criadores num mercado dedicado à produção independente, ao design, à arte e ao empreendedorismo criativo. Na área da alimentação, o festival recebe food trucks e restaurantes com propostas diversificadas, procurando privilegiar uma abordagem mais consciente e sustentável à comida e ao consumo.
No FÉRTIL, a sustentabilidade também está nos pequenos gestos. Assim, em vez dos habituais copos de plástico reutilizáveis, o festival mantém os seus já característicos copos de barro com o selo FÉRTIL, que acompanham o evento desde as primeiras edições. E porque reutilizar é, antes de mais, usar o que já existe, o público é também convidado a trazer o seu próprio copo de casa. Uma solução simples que reduz resíduos e torna a experiência do festival ainda mais consciente.
