A Odiana – Associação para o Desenvolvimento do Baixo Guadiana participou, entre 19 e 21 de outubro, no encontro transfronteiriço da RED CIFT – Rede Ibérica de Cruzeiros Fluviais Transfronteiriços, que decorreu em Miranda do Douro. A iniciativa reuniu as entidades parceiras do projeto para partilhar os resultados alcançados e reforçar a cooperação entre os territórios ribeirinhos de Portugal e Espanha.
Um dos momentos centrais do encontro teve lugar no dia 20 de outubro, durante a Jornada de Conclusões do projeto, no Auditório de Miranda do Douro, onde foram apresentados os resultados referentes ao projeto nos cinco destinos fluviais associados aos rios Minho, Lima, Douro, Tejo e Guadiana. Em representação da Odiana, Catarina Cavaco, Diretora Executiva, participou na apresentação do destino Guadiana, dando a conhecer o trabalho desenvolvido em torno do Grande Rio do Sul e as rotas náutico-culturais criadas ao longo dos dois anos e meio de execução do projeto.
Esta apresentação permitiu destacar a riqueza natural, cultural e paisagística do Baixo Guadiana, bem como o potencial do rio enquanto elemento de ligação entre as duas margens e recurso estratégico para a valorização turística do território. As rotas desenvolvidas no âmbito do RED CIFT constituem uma oportunidade para promover novas formas de descobrir o Guadiana, aproximando o património, a cultura e as experiências associadas ao rio. O evento, organizado pela Associação Ibérica de Municípios Ribeirinhos do Douro (AIMRD) com a colaboração da Câmara Municipal de Miranda do Douro, terminou a 21 de outubro com uma visita técnica à Estação Biológica Internacional (E.B.I.) em Miranda do Douro, que incluiu um cruzeiro fluvial por águas internacionais, proporcionando aos parceiros um contacto direto com a realidade de um dos territórios abrangidos pelo projeto.
A RED CIFT, tem como Beneficiário Principal o Clúster Marítimo-Marinho da Andaluzia (CMMA) e reúne oito entidades parceiras portuguesas e espanholas, ligadas ao turismo, às atividades náticas e ao desenvolvimento territorial. O projeto é cofinanciado em 75 por cento pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do programa VI-A Espanha-Portugal (POCTEP) 2021-2027.
